domingo, 27 de março de 2011

Divulgados os valores dos ingressos para os shows de John Fogerty no Brasil

Ex-Creedence Clearwater Revival fará cinco apresentações no país em maio; pré-venda das entradas começa no dia 28 de março
John Fogerty, ex-vocalista e guitarrista do Creedence Clearwater Revival, fará cinco shows no Brasil em maio
John Fogerty, ex-vocalista e guitarrista do Creedence Clearwater Revival, fará cinco shows no Brasil em maio
John Fogerty, que no fim da década de 60 e no começo dos anos 70 liderou o Creedence Clearwater Revival, vem ao Brasil em maio para série de apresentações. A Time For Fun, produtora que trará o artista, divulgou as informações sobre os ingressos e locais de shows.

Serão cinco apresentações no país, passando pelo Rio de Janeiro no dia 6 de maio, Belo Horizonte, no dia 7, Curitiba, 8, e dois shows em São Paulo nos dias 10 e 11 do mesmo mês. O preço das entradas (veja abaixo) variam de R$ 100 a R$ 600. Clientes Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva entre os dias 28 de março e 3 de abril (nas bilheterias oficias, por telefone e pela internet). O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 4 de abril.

Ao contrário do que havia sido informado no site oficial do artista, ele não se apresentará durante o Rodeio de Jaguariúna. Fogerty, que conta com uma longa carreira solo, é mais lembrado até hoje por ter sido vocalista, compositor e guitarrista do Creedence Clearwater Revival, por clássicos como "Have You Ever Seen the Rain?", "Proud Mary" e uma versão de "Susie Q", entre muitas outras músicas que tornaram o grupo conhecido no mundo todo.

John Fogerty no Brasil
Rio de Janeiro
6 de maio, às 22h
Citibank Hall ( Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca)
Ingressos: R$ 450 (cadeira VIP), R$400 (cadeira palco), R$ 350 (cadeira especial), R$ 300 (cadeira central), R$ 250 (cadeira lateral), R$ 450 (camarote), R$ 300 (poltrona)
Vendas por telefone: 4003-5588
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: clique aqui
Bilheteria oficial: Citibank Hall (diariamente, das 12h às 20h - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca)

Belo Horizonte
7 de maio, às 22h
Chevrolet Hall (Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 - Savassi)
Ingressos: R$ 140 (1º lote), R$ 160 (2º lote), R$ 180 (3º lote), R$ 200 (4º lote), R$ 220 (5º lote)
Vendas por telefone: 4003-5588
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: clique aqui
Bilheteria oficial: Chevrolet Hall (das 12h às 20h - Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 - Savassi - Segunda à sábado, das 12h às 20h / Domingos e feriados das 14h às 20h)

Curitiba
8 de maio, às 21h
Teatro Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Campo Comprido)
Ingressos: R$ 300 (setor 1), R$ 200 (setor 2), R$ 400 (camarotes)
Vendas por telefone: 4003-5588
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: clique aqui
Bilheteria oficial: A confirmar

São Paulo
10 de maio, às 21h30
Credicard Hall ( Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro)
Ingressos: R$ 600 (cadeira setor VIP), R$ 550 (cadeiras setor I), R$ 450 (cadeiras setor II), R$ 400 (poltronas setor I), R$ 350 (poltronas setor II), R$ 600 (camarotes setor I), R$ 500 (camarotes setor II), R$ 120 (plateia superior I), R$ 110 (plateia superior II), R$ 100 (plateia superior III).
Vendas por telefone: 4003-5588
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: clique aqui
Bilheteria oficial: Estacionamento anexo ao Credicard Hall (diariamente, das 12h às 20h - Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro)

São Paulo
11 de maio, às 21h30
Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro)
Ingressos: R$ 220 (pista) R$ 400 (poltronas setor I), R$ 350 (poltronas setor II), R$ 600 (camarotes setor I), R$ 500 (camarotes setor II), R$ 120 (plateia superior I), R$ 110 (plateia superior II), R$ 100 (plateia superior III).
Vendas por telefone: 4003-5588
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: clique aqui
Bilheteria oficial: Estacionamento anexo ao Credicard Hall (diariamente, das 12h às 20h - Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro) 

Lady Gaga lança nova versão de "Born This Way"



Em "Born This Way (The Country Road Version)", pop dançante dá lugar a violão e da gaita; ouça aqui
Lady Gaga divulgou uma nova versão do hit "Born This Way". A faixa foi postada pela cantora na madrugada desta sexta, 25, em seu perfil oficial no Twitter. Diferente do pop com batidas eletrônicas presentes na versão original, "Born This Way (The Country Road Version)" traz uma levada mais suave, com presença de guitarra, violão e gaita. Ouça abaixo:

Pela nona vez no Brasil, Iron Maiden mostra que, no metal, o clichê é bem-vindo

Em show de duas horas e sem inovações, a banda misturou faixas do último disco a clássicos como "The Trooper" e "Fear of the Dark"; Bruce Dickinson disse que apresentação foi gravada para um disco ao vivo

Bruce Dickinson disse que "se o Iron Maiden fizer uma turnê de despedida, passará por São Paulo"
Bruce Dickinson disse que "se o Iron Maiden fizer uma turnê de despedida, passará por São Paulo"





Shows de metal fazem parte dos raros casos em que o clichê é bem-vindo. E o Iron Maiden é um dos melhores exemplos do que é uma apresentação do gênero: por mais previsível (e por vezes cafona) que possa ser, tudo dentro de um espetáculo como esse é, sem dúvida, verdadeiro. As 50 mil pessoas que assistiram à banda neste sábado, 26, no estádio do Morumbi, em São Paulo, viram o que o grupo vem fazendo há 30 anos - e esse é justamente o motivo pelo qual ele segue adorado por uma legião de fãs, cujas vidas parecem girar em torno do sexteto britânico.

O show começou pontualmente às 21h, com um vídeo de "Satellite 15... The Final Frontier" nos telões. Foi a primeira das cinco faixas do disco The Final Frontier, lançado em 2010: "El Dorado" (a segunda da noite), "The Talisman", "Coming Home" e "When the Wild Wind Blows" também fazem parte do set list da The Final Frontier World Tour, que seguiu intocado na apresentação do Morumbi.

Nesta nona passagem da banda pelo Brasil (a primeira aconteceu no Rock in Rio, em 1985, e a última foi em 2009), o palco ora é adornado por panos de fundo com a imagem de Eddie, trocados diversas vezes, ora com pequenas luzes que imitam um céu, logo atrás do baterista Nicko McBrain. Uma passarela acima de McBrain permite que Bruce Dickinson corra, em diversos momentos do show, de uma ponta a outra do palco. Aos 52 anos - Dickinson é o mais jovem da banda -, o vocalista não mostra sinais do tempo: a performance ainda é energética, e os agudos continuam intactos. Em mais de três décadas de carreira, Bruce Dickinson se mantém como um dos mais poderosos vocalistas do metal.

Antes de "El Dorado" ele chamou o público pela primeira vez, com seu indefectível grito de "Scream for me, São Paulo". Carismático, conversou diversas vezes com a plateia paulistana. "Sei que vocês têm que ir à igreja amanhã, mas não damos a mínima. Vamos manter vocês acordados a noite inteira", disse antes de "Coming Home".

O primeiro ponto alto do show veio com o clássico "The Trooper", de 1983, durante a qual, como de costume, Dickinson segurou uma bandeira da Inglaterra. Depois de "The Wicker Man", o cantor voltou a falar, contando que a banda estava prestes a chegar ao Japão para dois shows quando aconteceu o terremoto, seguido de tsunami, que devastou o país no último dia 11. "Vamos dedicar essa música a todos que passaram por essas merdas [catástrofes naturais]. Temos fãs no mundo todo. E não ligamos para sua religião ou sexo. Se você é um fã do Maiden, faz parte da família", falou, para alegria daqueles que têm no metal um estilo de vida, antes de "Blood Brothers".

Enquanto Dickinson manteve o contato com o público, Janick Gers divertiu-se em solos rápidos, dançando e fazendo pose com a guitarra. Steve Harris, fundador da banda, aproveitou para apontar o baixo em direção à plateia, como se segurasse uma arma. Em certos momentos, os dois, ao lado de Adrian Smith e Dave Murray, se uniram no centro do palco, formando um quarteto infalível de peso e virtuose.

Eddie, o mascote, surgiu durante "The Evil That Men Do", antecedendo o maior coro da noite, em "Fear of the Dark". Por mais manjado que um show do Iron Maiden possa parecer, é impossível tirar a beleza de momentos como esse, em que cada um dos 50 mil espectadores cantou, com as mãos para o alto, de forma devotada e incondicional.

A sequência que se seguiu foi a melhor do show: "Iron Maiden", "The Number of the Beast", "Hallowed by thy Name" e "Running Free" (as três últimas no bis) encerraram a apresentação, que durou cerca de duas horas.

Ao final, Dickinson avisou que o show foi gravado para um possível disco ao vivo, e afirmou que se algum dia "o Iron Maiden fizer uma turnê de despedida, passará por São Paulo". Diferente do que Steve Harris indicou meses antes do lançamento de The Final Frontier (ele deu entrevistas dizendo que seria o último álbum da banda), o Iron Maiden não parece interessado em parar. Os fãs do metal agradecem.

O grupo ainda passará por cinco cidades brasileiras nesta turnê: Rio de Janeiro (27/3), Brasília (30/3), Belém (1/4), Recife (3/4) e Curitiba (5/4).

Irmãos em Ação

Projeto de Max e Iggor, Cavalera Conspiracy tocou pela primeira vez em São Paulo para plateia fria e nostálgica

Cavalera Conspiracy em São Paulo pela primeira vez
Cavalera Conspiracy em São Paulo pela primeira vez









Max Cavalera não tocava na capital paulistana desde 1998, quando veio à cidade com o Soulfly. Já ao lado do irmão, o baterista Iggor Cavalera, o vocalista não se apresentava em São Paulo desde 1996 - quando ainda faziam parte do Sepultura. Deveria, portanto, haver uma expectativa especial sobre o show do Cavalera Conspiracy no último sábado, 26, em abertura para o Iron Maiden.

As atenções do público que tomou o Estádio do Morumbi, porém, estavam majoritariamente concentradas na performance do mítico sexteto britânico. Quando o número de abertura tomou o palco, pontualmente às 19h30, a reação geral foi visivelmente morna. "Warlord", do novo disco do Cavalera Conspiracy, Blunt Force Trauma, surgiu de forma embolada nos falantes, inspirando poucas e tímidas rodas de pogo no gramado. O carisma de Max permanece intocado entre os velhos fãs: posicionado como um totem no palco, cercado pelos companheiros de grupo, ele se assemelhava a um pastor do apocalipse raivoso, pregando versos ríspidos com urros primais e incitando a baderna generalizada. Vestindo o tradicional casaco camuflado e esboçando longos dreadlocks descoloridos, Max magnetizou a plateia com sua figura impressioante. A voz talvez já não soe como antigamente, mas se mostrou eficiente nas composições mais cruas do Conspiracy, como "Inflikted", "Killing Inside"e "Torture".

"O Max tá de volta!", se exaltava um fã sem camisa, praticamente solitário em sua adulação nostálgica. Mesmo durante faixas mais rápidas, como "Sanctuary" e "Terrorize" (ambas de Inflikted, primeiro ábum do Cavalera, de 2008), a maior parte da plateia se mantinha em neutra timidez. Entre uma música e outra, Max cuspia frases curtas e palavrões em português. "Quero ver todas as mãos pra cima!", convidou, da forma bruta que lhe é característica. A performance do frontman em cena é notável: em diversos momentos, Max mal se dava ao trabalho de tocar sua guitarra de quatro cordas (decorada com a bandeira do Brasil), segurando o microfone com uma das mãos, berrando refrãos de olhos cerrados. Ao seu lado, discretos, o guitarrista Marc Rizzo preenchia espaços de maneira estridente, enquanto o baixista Johny Chow mantinha a gravidade sonora constante. Vestindo uma camiseta do Palmeiras e parecendo mais concentrado do que de costume, Iggor combatia sua bateria com a fúria que lhe é peculiar, sem dar muito espaço para grandes interações com quem o observava.

O clima do show mudou na segunda metade, quando o Cavalera Conspiracy deu espaço às músicas do Sepultura no curto repertório de 13 faixas. "Vamo detoná essa porra!", frase que já virou mantra do vocalista, antecedeu "Refuse/Resist", seguida por "Territory". As faixas, ambas de Chaos A.D. (1993), foram recebidas com entusiasmo ainda contido, mas renderam os principais momentos de troca entre a banda e o público. Para muitos dos presentes no Morumbi, era provavelmente a primeira vez que presenciavam a dupla de irmãos tocar as músicas que determinaram a popularidade do thrash metal do Sepultura em território brasileiro.

"Roots Bloody Roots", maior hit da história do Sepultura, encerrou um show atípico, pesado mas carregado de melancolia. Talvez a plateia devota ao Iron Maiden não fosse a audiência mais adequada a receber a presença rara e histórica do Cavalera Conspiracy em um palco nacional . Se a apresentação teve méritos, foi o de promover mais um passo na reaproximação de Max Cavalera com o público brasileiro, ainda tão órfão de ídolos musicais desse porte.
É eu to só postando coisas desse ano e tal's, mais tem uma  bandinha Hungara que é muito boa, esse CD é de 2009. Fiquem com o nü metal do Dolor com o album Delirium Tremens In Pearl City
http://i846.photobucket.com/albums/ab28/Emiya_/541-1.jpg?t=1256647740
Tracklist:
1. Élem Életem
2. Kövess Engem
3. Suicide
4. Purple & Brown
5. A Nu Voice
6. Hol vagy Vilmos?
7. Ursus
8. Lelketlenül
9. D
10. See Your Pussy
11. Our Fight
12. Piros Az Ostorom
13. Utolsó Szó Jogán

[Link pra  Download]
Cu, outro link lascado
Essa é mais uma bandinha de Metalcore/hardcore, eu lembro até de ter baixando esse CD mais como eu não gosto de Metalcore não foca muito tempo aqui no pc, mais é bom pra quem gosta é uma maravilha
és o noime da banda Darkest Hour com album The Human Romance  "O Romance do Homem"
http://media.tumblr.com/tumblr_lezyi3xLmQ1qca66g.jpg 
Tracklist:
1. Terra Nocturnus
2. The World Engulfed In Flames
3. Savor The Kill
4. Man And Swine
5. Love As A Weapon
6. Your Every Day Disaster
7. Violent By Nature
8. Purgatory
9. Severed Separates
10. Wound
11. Terra Solaris
12. Beyond The Life You Know
13. Hierarchry Of Heathens (bonus track)

[Link pra download] 
File Removed for Violation.

sábado, 26 de março de 2011

É dificil ver uma banda de metalcore por ai, pricipalmente uma boa, não que só tenha bandas fuleiras, mais boas de verdade são poucas, és a Protest The Hero com o seu album Scurriloust eu não sou muito fã de metalcore mais pra quem gosta eu recomendo




http://media.tumblr.com/tumblr_lg2ie77T9J1qca66g.jpg 
 Tracklist:
1. 1. C'est La Vie
2. Hair-Trigger
3. Tandem
4. Moonlight
5. Tapestry
6. Dunsel
7. The Reign Of Unending Terror
8. Termites
9. Tongue-Splitter
10. Sex Tapes
[Link pra download]
infelizmente não temos esse link tambem, mais como eu disse fica da dica pra você procurar
Olha uma bandinha brasileira que eu nunca vi, não posso dar referencias dizendo se é boa ou não .
Provavelmente deve ser uma banda nova, és o nome dela  No More Lies com o album Uma Vida Pra Você É Pouco? ( titulo legal, parece um pouco comigo)

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifHDGHGFWPCt7qnZ31noBphTbNuSlPilwfJA7awiACImE3iojTt2DAiIxkcyworicLTEr9r7n3As5eKC3aRxq3Pj7zfrKeaENbgQYz9f0aZDCIaAbpsTa1gWTk8NLIHPt8mirBbra88oA/s1600/capa.JPG 
Tracklist:
1. Intro
2. Escolha Eterna (Ou Algo Relativo)
3. Vs. Tempo
4. Relatividade pt. 2
5. Confidência
[link pra download] 
não achei um link pra donwload mais que tive afim é só procurar, eu deixo a dica que pode ser boa ou não.
A sim a bande é de Experimental / Rock / Screamo
Mais um donwload pra vocês, outra bandinha de deathcore essa se chama Salt The Wound com o album Kill The Crown

http://1.bp.blogspot.com/_WpTv8aFPT88/TU5WvaFnlaI/AAAAAAAABKc/30miSFkj0Wg/s1600/162815_115428745197346_101818806558340_112020_2608947_n.jpg

Tracklist:
1. Kill the Crown
2. To the Top
3. Elle Ess Dee
4. Why Don't You Have a Seat.
5. Cash on Delivery
6. Early Mornings and Late Night
7. A Year in the Suburbs
8. Cliff Before the Fall
9. Breathless
10. Consequence
Fãs de Deathcore, já viram o novo CD do As Blood Runs Black ? não ?
Não conheço a banda, mais parece ser boa ou não, o novo CD chamado Instinct !

http://i14.lulzimg.com/i/95dac1.jpg

Tracklist:
1. Triumph
2. Legacy
3. Resist
4. Angel City Gamble
5. Reborn
6. Tribulations
7. Divided
8. King of Thieves
9. In Honor
10. Echoes of an Era
11. Instinct

Steel Pulse fará oito shows no Brasil


Banda de reggae britânica virá para a Virada Cultural paulistana e passará por demais cidades em turnê

Foto: Reprodução/Facebook Oficial
Steel Pulse fará turnê pelo país em abril
Steel Pulse fará turnê pelo país em abril
Steel Pulse, banda de reggae setentista já confirmada na Virada Cultural paulistana, virá ao Brasil para oito shows ao todo. A última passagem do grupo pelo país foi em 2009.

Tendo início no mês de abril, a turnê dos ingleses passará por Porto Alegre (6/4, no bar Opinião), Florianópolis (7/4, no Life Club), Rio de Janeiro (8/4, na Fundição Progresso), Recife (9/4, no Clube Português), Brasília (10/4, na Concha Acústica), Vitória (15/4, na área verde do clube Álvares Cabral) e Salvador (16/4, no Parque de Exposições), sendo finalizada em São Paulo (17/4, na Virada Cultural).

A banda, nesta excursão, fará parceria com o grupo brasileiro Ponto de Equilíbrio - que, em 2010, lançou o álbum Dia Após Dia Lutando -, no show do Rio de Janeiro, de Recife, Brasília e Salvador. Segundo comunicado à imprensa, além de conhecidas faixas como "Stepping Out" e "Ku Klux Klan", o repertório das apresentações contará também com novas faixas do álbum a ser lançado no final deste ano - ainda sem título e data divulgados.

Em prol do Japão

Neste domingo, 27, e na próxima terça, 29, artistas se reúnem para realizar apresentações beneficentes

Yoko Ono participará de duas apresentações em prol das vítimas do terremoto seguido de tsunami que devastou o Japão.

Na primeira, que acontece neste domingo, 27, no Miller Theatre, na Universidade de Columbia (Nova York), ela se unirá ao filho Sean Lennon, Sonic Youth, Mike Patton, o duo indie Cibo Matto, Mephista, Marc Ribot, Uri Caine e ao Aleph Trio para uma ocasião inteiramente voltada aos japoneses. Esse evento conta com participação do músico e produtor John Zorn como mestre de cerimônias.

Zorn, que também organizou o evento, declarou: "A tragédia e a devastação são realmente assustadoras. Sempre senti uma ligação forte e especial com o Japão e fico feliz que posso fazer minha parte para ajudar. Será uma noite e tanto".

Na próxima terça, 29, é a vez de, junto à Plastic Ono Band, se juntar a Tony Shanahan, Patty Smith e outros convidados para um novo show, o Yoko Ono & Friends: to Japan With Love, que será realizado no Le Poisson Rouge, também em Nova York.

Toda a renda das performances das duas noites será doada para a organização Japan Society's Earthquake Relief Fund, que tem ajudado os japoneses na restauração do país.